O processo é dado, não código
Formulário e etapas são um JSON versionado, montado na tela. Se o fluxo fosse código, mudar uma alçada exigiria deploy — e o produto viraria “peça para a TI”, que é exatamente o que ele existe para acabar.
Vellow Sistemas
O VelloFlow é um CRM com BPM: quem conhece a regra monta o formulário, desenha as etapas, escolhe os aprovadores e publica — sem programar e sem deploy. Cada pedido vira tarefa com dono, prazo e histórico, e o CRM enxerga o processo: o comercial vê o status do desconto na ficha do cliente, sem sair da tela.
Não são recursos: são as decisões que dão forma ao resto. Um sistema que erra qualquer uma delas volta a exigir o e-mail ao lado — e o e-mail é onde o pedido de férias some.
Formulário e etapas são um JSON versionado, montado na tela. Se o fluxo fosse código, mudar uma alçada exigiria deploy — e o produto viraria “peça para a TI”, que é exatamente o que ele existe para acabar.
Uma tarefa pendente por solicitação, garantido por índice único no banco — não por um if. Duas aprovações no mesmo instante passam por qualquer conferência de aplicação: entre a leitura e a gravação cabe a outra requisição. Nenhuma passa pelo índice.
A solicitação nasce presa a uma versão e morre nela. Sem isso, alguém apareceria tendo aprovado uma etapa que não existia quando pediu — e a auditoria de ponto, férias e desconto deixaria de valer no dia em que mais importa.
Nove blocos que já estão no ar. Cada um existe porque resolve um problema que a empresa hoje resolve no e-mail, no grupo de WhatsApp ou na planilha do gestor.
Texto, número, moeda, data, lista, CPF/CNPJ, pessoa, empresa e anexo. Campo obrigatório, ajuda e ordem. O que a etapa não edita continua visível — quem aprova precisa do contexto que decide.
Início, tarefa, aprovação, decisão e fim, com prazo por etapa. Cada etapa diz para quem vai: solicitante, gestor de quem abriu, papel, equipe ou a pessoa escolhida no formulário.
A decisão compara campo com valor — oito operadores, sem código escrito por usuário. Acima de dez mil vai para a diretoria; abaixo, para o gestor. A comparação é numérica, e não textual: "9000" > "10000" é verdade em texto, e seria o desconto fugindo da alçada.
Atrasadas, vencem hoje, minhas, da minha equipe, do meu time e as que eu abri. Abre em atrasadas: uma caixa que abre em “tudo” é uma lista que ninguém termina de ler.
A tarefa endereçada à equipe aparece para todos e some quando alguém assume — e guarda quem assumiu. “A equipe RH aprovou” não responde a pergunta que a auditoria faz.
Com expediente, dias úteis e feriados da empresa. Em horas corridas, uma tarefa de 4 h aberta às 17h de sexta venceria no sábado de madrugada — e na segunda o painel mostraria o time inteiro em atraso por um prazo que ninguém teve como cumprir.
A tarefa que estoura o prazo sobe sozinha para o gestor de quem deveria agir, uma única vez, com a linha no histórico. O workflow cobra; não espera o RH lembrar.
Empresas, contatos, funil configurável e atividades. A solicitação pode nascer ligada ao cliente — e aí ela aparece na ficha dele, com a etapa atual e o nome de quem precisa agir.
Gargalo por etapa (não por processo), tempo médio, atrasadas e o número que quase ninguém mostra: solicitações vivas sem tarefa. Mais a trilha, que não aceita alteração nem exclusão.
Cada passo grava quem fez, quando, com que comentário e com os dados do formulário naquele momento — imutável por trigger no banco. É o que responde “quem aprovou isso”.
Do catálogo, com o formulário da versão publicada. O caminho aparece antes de enviar: quem sabe que o pedido vai para a diretoria escreve uma justificativa melhor.
O motor resolve o destino e grava na tarefa quem era o gestor naquele dia. Recalcular na leitura mudaria o dono de uma tarefa em andamento quando alguém trocasse de chefe.
Com prazo em horas úteis e lembrete antes do vencimento. Se vencer, sobe para o gestor — uma vez, e com a linha no histórico.
Aprovar, recusar ou devolver. Recusa sem motivo é recusada pelo sistema: é o que faz a pessoa reabrir o mesmo pedido na semana seguinte.
Volta para quem abriu, com o formulário inteiro liberado e o motivo escrito. É melhor que recusar por falta de informação — e o histórico mostra as duas voltas.
Concluída ou recusada, conforme o nó de fim que o fluxo alcançou. Com data de fechamento — sem ela, ela sairia da média de tempo sem avisar.
A linha do tempo guarda a versão do fluxo usada e os dados do formulário em cada passo. Serve para LGPD, auditoria interna e fiscalização.
O cliente clona, ajusta e publica. Cada um foi desenhado para exercitar uma parte diferente do motor — se os quatro fossem “pede, aprova, fim”, o primeiro fluxo de verdade encostaria em caminho que nunca rodou.
Ele precisa de quatro coisas: montar o formulário, escolher o aprovador, publicar e acompanhar a caixa de entrada. A TI entra só em conector complexo.
Cada uma existe porque custa caro quando falha. As marcadas com banco não dependem do sistema: valem mesmo para quem abrir o banco por fora.
Dizer o que ainda não existe é parte da entrega. Recurso prometido e não entregue é o que faz o cliente parar de acreditar no que foi entregue.
Empresas, pessoas, equipes, hierarquia e permissões. CRM com empresas, contatos, funil configurável e atividades. Construtor de formulário e desenho do fluxo com início, tarefa, aprovação, decisão e fim. Publicação, versionamento e execução. Caixa de entrada com filas, prazos em horas úteis, escalonamento e linha do tempo. Quatro processos prontos. Painel, auditoria e API autenticada.
Canvas visual de arrastar e soltar. Etapas em paralelo com junção. Rotinas agendadas (“todo dia 1 roda X”) e gatilhos por evento do CRM. Anexos de verdade com armazenamento. Notificação por e-mail e WhatsApp com fila e reprocessamento. Delegação e substituto de férias.
Conectores HTTP com segredo protegido e webhooks de entrada. Subprocessos. Assinatura eletrônica. Portal público de solicitação. Construtor de painéis. Assistente que sugere fluxo e aponta gargalo.
O sistema já sobe com uma empresa de demonstração — sete pessoas com hierarquia, duas equipes, cinco clientes, um funil com seis oportunidades, os quatro processos publicados e cinco solicitações em andamento, uma delas com o prazo estourado. É o estado real de uma empresa numa terça-feira, não uma tela de exemplo.